Uma Ética de Tradução
A obra de Montaigne redefine a descoberta do sujeito moderno, nas grandes rupturas do século XVI. Alarga a visão do indivíduo, que nasceu no coração do cristianismo, na releitura dos clássicos. E trouxe para o centro de seu repertório a observação do eu (ou do nós, como disse Compagnon), do mesmo modo pelo qual Galileu fundamentou o método de observação e ensaio. Uma forma de universo prático, mensurável, ao mesmo tempo relativo e absoluto.






