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Artigos

 
  • Sonho adiado

    O Globo, em 24/11/2011

    O governo adiou para o próximo ano o projeto de manter o PIB potencial do país em torno de 5%, dando por inviabilizado o objetivo para este ano, quando retornaremos a uma média que tem caracterizado nosso crescimento nos últimos anos, em torno de 3%. Estamos vivendo um ano pós-eleitoral, que, após um crescimento forte, tradicionalmente é marcado por inflação em alta, em consequência do aumento do gasto público, que leva o desemprego a diminuir e o PIB a crescer nesses períodos.

  • As consequências

    O Globo, em 23/11/2011

    O acidente na exploração do petróleo na costa do Estado do Rio provocado por uma das maiores companhias petrolíferas do mundo, a americana Chevron, reacende a discussão sobre a distribuição dos royalties e participações especiais da exploração do petróleo.

  • Imprensa em funeral

    Folha de São Paulo, em 22/11/2011

    Leio na coluna de Suzana Singer, ombudsman da Folha, que o suplemento * "Folhateen"* (1991-2011) não mais circulará, após 20 anos em que, apesar de tecnicamente bem-feito, não chegou a atrair o público-alvo, o adolescente que recusa produtos infantis e ainda não se interessa pelos temas e comentários adultos.

  • A responsável

    O Globo, em 22/11/2011

    A desmoralização do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, tem o efeito imediato de desmoralizar junto com ele o seu partido, o PDT, mas paradoxalmente não atinge, pelo menos até o momento, o prestígio da presidente Dilma junto à população, que não identifica nela o que ela realmente é: a única responsável pela indicação de um ministro desqualificado para seu governo e, mais que isso, pela sua manutenção no cargo, mesmo depois de ter mentido privadamente para a própria presidente e publicamente numa comissão do Congresso.

  • A moral do dinheiro

    O Globo, em 21/11/2011

    Em tempos de "indignados" acampados em praças ao redor do planeta, cuja mais perfeita tradução é o "Ocupem Wall Street", que de Nova York se espalhou por diversas cidades dos Estados Unidos e do mundo, nada mais atual do que a exposição "Dinheiro e Beleza. Banqueiros, Botticelli e a fogueira das vaidades", em exibição até 22 de janeiro no belíssimo Palazzo Strozzi, um dos mais finos exemplos da arquitetura da Renascença, no centro de Florença, na Itália.

  • A passeata em busca do grito

    Jornal do Commercio (RJ), em 21/11/2011

    A passeata do Rio de Janeiro contra a lei de mudança dos royalties levanta interrogações sobre o peso múltiplo, hoje, que tem a presença do "povo na praça", como manifestação de protesto. A que vem de ocorrer, aliás, nada tem a ver com o fenômeno inédito da Praça do Sol, em Madrid, na Catalunha, ou em Wall Street, em que o repúdio brota de um inconformismo latente e profundo, nascido da impossibilidade de canalizá-lo pela opinião pública, diante do efetivo controle midiático, e da pasteurização das reivindicações populares.

  • Qual é essa de “eu te amo”?

    O Globo, em 20/11/2011

    Certos escritores, como eu e alguns amigos meus, têm dificuldade em planejar o que produzirão. Podem escolher assunto, fazer esquemas ou até diagramas, mas frequentemente um outro assunto se intromete onde não foi chamado, ou um personagem resolve adquirir autonomia e caprichos: o autor quer casá-lo, ele não casa, quer que ele morra e ele não morre e assim por diante. O resultado acaba por ser uma surpresa para o próprio escritor. Hoje mesmo está sendo assim. O título aí em cima não tem nada a ver como que eu pretendia (e ainda pretendo, se não houver outros percalços) abordar hoje, mas foi digitado quase em piloto automático. Quando dei por mim, já estava ele aí.

  • Lógica e uso expressivo da língua

    O Dia (RJ), em 20/11/2011

    Atento leitor desta coluna, depois de nela ter visto a expressão ‘erário público’, traz-nos a seguinte pergunta: " Aprendi nas aulas de Direito Constitucional e Direito Administrativo que todo erário é público. Aprendi certo ou errado?” Agradecemos a pergunta do leitor, porque nos oferece oportunidade de  conversar com ele e com outros leitores  sobre aspectos interessantes da linguagem e do nosso idioma em particular, muitas vezes tachados de impróprios, quando não errados.

  • Taxa de ineficiência

    O Globo, em 19/11/2011

    A propalada disposição da presidente Dilma Rousseff de fazer uma reforma ministerial não apenas para trocar meia dúzia de ministros - mais que isso ela já teve que fazer por circunstâncias alheias à sua vontade -, mas para dar uma enxugada na estrutura de seu primeiro escalão, é um alento, embora seja difícil imaginar que ela consiga cortar pela metade essa miríade de postos de primeiro escalão sem criar problemas com sua base partidária, a maior e mais heterogênea já montada na História recente do país.

  • Crepúsculo de um deus

    Folha de São Paulo, em 18/11/2011

    Quando Stálin morreu em sua "datcha" de Kuntsevo, em 5 de março de 1953, houve perplexidade em todo o mundo pela demora com que o fato foi anunciado.

  • UPP Social na prática

    O Globo, em 17/11/2011

    Recebi do economista Ricardo Henriques, presidente do Instituto Pereira Passos, responsável pela implementação do programa UPP Social, uma mensagem com informações sobre o andamento dos trabalhos, que ganharam relevância ainda maior depois da ocupação da Rocinha. O tema tem sido constante aqui, e considero importante difundir tais informações.

  • Academia é convívio

    O Estado do Maranhão, em 16/11/2011

    Quando me perguntam para que servem as Academias de Letras, o primeiro pensamento que me ocorre é sobre os objetivos de sua existência. Seguramente não é só para que nelas se sirva, uma vez por semana, o gostoso chá de que tanto se fala, às vezes até maldosamente. Não! A marca notável das Academias está sintetizada na palavra convívio. Não é incomum, nos discursos de posse, a referência ao fato de que "agora, estamos condenados a conviver para o resto da vida", o que implica a renúncia a personalismos ou ao exercício de atitudes de arrogância ou prepotência.

  • O debate da Rocinha

    O Globo, em 16/11/2011

    A coluna de ontem sobre os próximos passos necessários para a consolidação da retomada, pelo poder público, dos territórios anteriormente ocupados pelo tráfico de drogas - que com a tomada da Rocinha ganhou ainda mais relevância - levou a que vários leitores enviassem seus comentários. Selecionei dois, um tratando de aspectos da formalização das atividades econômicas naquelas comunidades, e outro sobre um aspecto colateral interessante, a representação política de localidades como a Rocinha, com cerca de cem mil habitantes, incrustada na Zona Sul do Rio.

  • O gato e o rato

    Folha de São Paulo, em 15/11/2011

    Detalhes à parte, a operação policial-militar da Rocinha, no último domingo, foi positiva, mas não decisiva. Afinal, a questão do tráfico tornou-se uma guerrilha, uma luta por território, na qual o Estado é desafiado todos os dias pelo poder paralelo.

  • UPP social

    O Globo, em 15/11/2011

    A Qualidade das operações policiais de ocupação das favelas cariocas para a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) tem melhorado a cada nova ação, e a retomada da Rocinha agregou ao respeito aos direitos humanos um fator fundamental para o seu sucesso: o serviço de inteligência que possibilitou a prisão da cúpula do tráfico no morro, especialmente o chefe das operações, o traficante Nem.