Iremos nos ver na parusia
Cada virada de ano é a mesma coisa. Vontade de revê-lo, uma certa inconformidade, reler Sto. Agostinho (“a sede da alma está na memória”) desfazer os cachos de pranto, tentar ir à frente, enfim, saudades do filho Marcantonio. É incontrolável a vontade de dividir com mais gente a ideia de que êle se foi e a tentativa de conviver com os desígnios de Deus, nas elipses de felicidade.




