Jararaca e Sá Saraca
Em toda guerra a primeira vítima é a verdade. Tudo indica que essa vítima já caiu, e sua queda ajuda a armar os espíritos.
Em toda guerra a primeira vítima é a verdade. Tudo indica que essa vítima já caiu, e sua queda ajuda a armar os espíritos.
Há certos momentos em que devemos deixar o conforto das nossas vidas para experimentar novas emoções. Sobretudo se é para conhecer projetos altamente enriquecedores, como o que acabo de conhecer.
No quadro da nossa perspectiva política, deparamos ineditamente, de parte do governo, o estrito assento sobre a defesa de uma estabilidade absolutamente não programática. Mal despontam rumos, a não ser o de decidir inercialmente em favor de menos governo. Tal implica a drástica redução de secretarias de Estado, bem como o congelamento das apropriações orçamentárias.
Infelizmente, com alguma exceção, nem sempre honrosa, porque feita por pessoas mal preparadas, para não dizer, entusiasticamente desinformadas do que veio antes, há um desaparecimento gradual e irrestrito da crítica literária cotidiana nos grandes jornais do Rio e São Paulo.
Marlene Blois é uma especialista em rádio educativo. Como estudiosa na matéria, guardou uma série de documentos preciosos, como os que se referem à origem da Rádio Ministério da Educação, a antiga PRA-2 do Rio de Janeiro.
Dois discursos históricos de despedida não saem da minha memória, como professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Foram mestres exemplares da instituição: Afonso Arinos de Melo Franco e David José Pérez. Suas orações, quando homenageados pelo início da inexorável aposentadoria, representaram peças primorosas de cultura.
Manutenção do ministro no cargo funciona como um aviso para os que ficam: quando ele ‘ponderar’, é melhor concordar.
Podemos garantir que a extinção da Secretaria estadual de Cultura não representa nenhuma economia apreciável.
Publicada em 24/11/2016
Publicada em 24/11/2016
Publicada em 23/11/2016
Publicada em 23/11/2016
Publicada em 21/11/2016