Um Brasil só de esquerdas
Lula, ao falar sobre o novo horizonte político nacional, declarou que só deparam as alternativas de esquerda. É a consequência do salto objetivo do País, acelerado desde o governo petista. E a sensação é tão funda que, hoje, para o presidente, a direita pode ser vista como troglodita, congelada na paleologia de uma vintena atrás. O que está em causa é o quanto ganhamos uma consciência de mudança, e é irreversível a superação do País com 2% da população proprietária de 46% do território ou dos 5% mais prósperos detendo metade da riqueza brasileira. E não tem sentido falar-se em assistencialismo, na visão ideológica dos reformismos de todo o sempre, diante do que representa, hoje, constituir a nossa classe média emergente 56% dos brasileiros ou termos reduzido a menos de 10% a população ainda fora de uma efetiva economia de mercado.






