Notícias do Acadêmico Marco Lucchesi
O Acadêmico Marco Lucchesi foi convidado pela Faculdade de Matemática da Universidade de Connecticut, de 25 de julho a 5 de agosto, para participar do Simpósio Bridges 2017...
O Acadêmico Marco Lucchesi foi convidado pela Faculdade de Matemática da Universidade de Connecticut, de 25 de julho a 5 de agosto, para participar do Simpósio Bridges 2017...
O Acadêmico José Murilo de Carvalho proferiu a Aula Magna da Pós Graduação da Universidade Federal do Ceará, sob o tema “A crise política atual: uma visão histórica e sociológica”, no dia 18 de agosto, às 10h, no auditório da FEAAC.
A Academia Brasileira de Letras foi representada pelo Acadêmico Arnaldo Niskier, que esteve em São Luís, no dia 21 de agosto, nas comemorações do centenário de nascimento do Acadêmico Josué Montello.
Participando do 1º Congresso Brasileiro de Academias de Letras sobre Ética, Educação e Cultura, a ser realizado sob os auspícios da Academia Fluminense de Letras...
Teve início no dia 4 de julho, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., o quinto Ciclo de Conferências da ABL, intitulado “Cadeira 41”, sob a coordenação da Acadêmica Ana Maria Machado. A conferência de abertura, intitulada “Todos contra Júlia!” foi proferida pelo escritor Luiz Ruffato. Dia 11, a conferência “É quase tudo ficção: Lúcio Cardoso e o crime do dia” esteve a cargo da Professora Valéria Lamego. A conferência sobre “Lima Barreto em revista”, no dia 18, foi proferida pelo Professor Felipe Botelho Corrêa. Na conferência de encerramento, no dia 25 de julho, a Professora Nádia Battella Gotlib falou sobre “O legado de Clarice Lispector”.
Jurado de extinção por Lula quando ainda era o presidente popular que elegeu o poste Dilma em 2010, ameaçado pela criação do PSD de Gilberto Kassab em 2012 que o desidratou, o DEM, antigo PFL, teve que trocar de nome para tentar se modernizar, parecia carta fora do baralho partidário, mero coadjuvante do PSDB, e hoje se torna o peão de uma possível reformulação partidária que uniria inicialmente dissidentes do PSB para, mais adiante, ser o embrião de um novo partido que acolhesse dissidentes de outras legendas, até mesmo do PSD de Kassab.
Em todos esses anos fiz um extraordinário esforço para entender o fenômeno da educação, procurando trabalhar pelo seu constante aperfeiçoamento. Como professor dedicado e homem público, sempre busquei separar o que era ensino do que representara educação. Sem confundir as responsabilidades de cada um.
A julgar pelas pesquisas de opinião, Trump se saiu melhor do que Temer nestes cerca de seis meses de governo. Ou menos pior, digamos. No recente levantamento feito pelo “Washington Post-ABC News”, sua taxa de rejeição passou de 36% para 58%, e o índice de aprovação caiu de 42% em abril para 36%, agora. Não é, como se vê, um bom resultado, mas bem melhor do que o revelado pelo último Datafolha, em que apenas 7% do nosso eleitorado consideraram a gestão Temer boa ou ótima, um recorde negativo dos últimos 28 anos.
Já os que a classificaram como ruim ou péssima atingiram o índice de 69%.
A disputa pela dissidência do PSB entre o DEM, do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o Palácio do Planalto, com a interferência pessoal do presidente da República, Michel Temer, demonstra, por um lado, que o governo tem apoiadores até mesmo nos partidos de oposição, assim como tem opositores em partidos da base, como o PSDB.
A primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nasceu em 1961. Depois tivemos a LDB nº 5.731/72, e a série se concluiu em 1996, com a LDB nº 9.394. Hoje, a lei é a mesma, mas desfigurada pela existência de 35 emendas constitucionais. Não temos um sistema organicamente constituído.
Publicada em 19/07/2017
Publicada em 19/07/2017