Dando um tempo na crise
Não que São Lourenço seja alienada e não tome conhecimento do que está ocorrendo na política. Só que, em vez de ficar voltada para Brasília, prioriza o mais próximo.
Não que São Lourenço seja alienada e não tome conhecimento do que está ocorrendo na política. Só que, em vez de ficar voltada para Brasília, prioriza o mais próximo.
Além da retórica petista, que se desdobra em vários setores da sociedade tentando dar à minoria que apóia o governo (?) Dilma uma aparência de protagonismo político, na vida real as manobras para invalidar a decisão do ministro Gilmar Mendes de anular a posse de Lula no Gabinete Civil até agora foram infrutíferas.
Poucas vezes foi tão dramática a busca de uma solução das muitas crises que abalaram o Brasil, entre elas, a proclamação da República, a Revolução de 30, as Intentonas de 35 e 38, sem esquecer os traumas que foram o golpe de 64 e o golpe de 68 (o AI-5).
O sub-procurador Geral da República, Eugênio Aragão, resolveu mostrar para Lula toda sua lealdade e, nomeado ministro da Justiça, desandou a falar contra a Operação Lava-Jato. Ameaçou afastar de investigações criminais delegados e agentes suspeitos de vazamento de informações sigilosas, e classificou de “extorsão” o método usado pelos procuradores para obterem as delações premiadas.
Ouvindo os áudios e lendo as transcrições, me lembrei do recurso inventado pelo ‘Pasquim’ para driblar a censura e evitar inconveniências vocabulares.
Caluniam-se adversários, promete-se qualquer coisa, varia-se de ‘paz e amor’a jararaca, conforme a necessidade.
As manifestações de ontem pelo país, notadamente a da Avenida Paulista em São Paulo, definiram bem os limites das forças em disputa. O petismo tem ainda uma base de apoio nada desprezível, mas que se torna insuficiente como instrumento político quando comparada à que foi às ruas no domingo passado em repúdio ao governo.
Ninguém duvida da rapacidade do comunicação do Papa Francisco Suas demonstrações são inequívocas. Agora mesmo, preocupado com o número de ateus e agnósticas existentes no Brasil, inspirou a realização de um encontro, que será no dia 7 de abril, no Teatro Municipal do Rio, para discutir o assunto, com a presença de um dos seus grandes colaboradores, o Cardeal Ravasi.
A descoberta dos primeiros documentos com a conscrição e cadastro de jihadistas impacta por eles mostrarem o nível de profissionalização com que, hoje, se recrutam os possíveis combatentes do Isis.
No dia 30 de abril proferiu, em São Paulo, a conferência de encerramento do...
Durante três semanas em fevereiro e março, a Acadêmica Ana Maria Machado coordenou e dirigiu um foro de debates...
A Acadêmica Rosiska Darcy de Oliveira, a convite da Ministra do Meio Ambiente, Dra. Izabella Teixeira, participou do seminário de avaliação dos acordos...
O Acadêmico Marco Lucchesi foi convidado para proferir palestra na...
Acaba de sair o documentário dirigido pelo Prof. Wander Lourenço sobre o escritor gaúcho, denominado “Carlos Nejar, o D. Quixote dos pampas”. No fim de março saiu pela editora Gazeta, do Rio Grande, o volume Candeia de uma fábula – (A cachorra) Lelé e eu. Está no prelo, com apresentação de Jorge Mautner, o romance A Morte é Ariana, pela Ed. Centauro, de São Paulo. Foi entregue o único poema do Acadêmico Carlos Nejar para a Editora Ibis Libris, do Rio, O monumento ao Rio Doce: A vida e a Vida de um Rio Morto.