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Artigos

  • A vida melhora depois de Da Vinci

    O Estado de S. Paulo, em 22/11/2019

    Quando cheguei, fiquei feliz. As filas para comprar e entrar eram longas. Mas tudo corria sem atropelos. Muitos tinham comprado pela internet e chegavam pontuais à sessão marcada. Era para um show de uma banda ou para um jogo? Não, para ver Leonardo da Vinci – 500 Anos de Um Gênio. 

  • O velho esqueleto continua firme e forte

    O Estado de S. Paulo, em 08/11/2019

    Aos 8 anos de idade sofri o primeiro bullying de minha vida. Viriam outros que, dependendo da situação, eu tiraria de letra. Naquela manhã dos anos 40, estudantes mais velhos me empurraram por um corredor mal iluminado do porão do Colégio Progresso de Araraquara, me conduziram até uma porta e saíram correndo.

  • Pânico na minha noite de posse

    O Estado de S. Paulo, em 25/10/2019

    Meu colega Humberto Werneck lamentou-se ao perceber que tinha esquecido a carteira em local ignorado, como sempre acontece. Comoveu, porque é um desespero. Esquecer quando precisa ou perder algo precioso.

  • Ruth por Ignácio

    O Estado de São Paulo, em 21/11/2010

    A biografia é um gênero difícil, posto que exige combinar História e estória. Requer, por isso mesmo, tanto o empenho e a dedicação na pesquisa dos fatos quanto a qualidade de um texto que, numa unidade narrativa, seja capaz de bem contar uma estória de vida. Seguir a ordem cronológica contribui para a tessitura da narrativa e, por isso, é um dos preceitos usuais na elaboração de uma biografia. Permite, com efeito, indicar como uma pessoa, na sua singularidade, foi, no correr do tempo, lidando com o seu potencial de possibilidades no confronto com as múltiplas circunstâncias do seu percurso. Foi este preceito que Ignácio de Loyola Brandão seguiu na elaboração do seu recém-publicado livro Ruth Cardoso - Fragmentos de uma Vida.

  • Jornalismo e literatura: inquieta, mas fértil,convivência

    Correio Braziliense (DF), em 23/11/2007

    O Salão Nacional do Jornalista Escritor, criado pela Associação Brasileira de Imprensa (e tocado pelo vice-presidente, o lendário Audálio Dantas), foi um êxito. Centenas de pessoas, em sua maioria estudantes universitários, compareceram no último fim de semana ao auditório do Memorial da América Latina, em São Paulo, em cujo palco sucederam-se nomes famosos no jornalismo e na literatura em nosso país: Luis Fernando Verissimo, Ruy Castro, Fernando Morais, Heródoto Barbeiro, Ricardo Kotscho, José Mindlin, Jaguar, Alberto Dines, Moacir Japiassu, Manuel Carlos Chaparro, Carlos Heitor Cony, José Nêumanne Pinto, Fernando Portela, Audálio Dantas, Mauro Santayana, Zuenir Ventura, Eric Nepomuceno, Antonio Torres, Flavio Tavares, Ziraldo, Ignácio de Loyola Brandão, José Hamilton Ribeiro, Mylton Severiano, Juca Kfouri, Caco Barcelos, Domingos Meirelles, Eliane Brum, Mino Carta... Lá estive também, e tentei não fazer feio.