"Encontro com o Autor" traz Ana Maria Machado
Publicada em 03/11/2008 (atualizada em 04/11/2008)
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Publicada em 03/11/2008 (atualizada em 04/11/2008)
Publicada em 02/11/2008 (atualizada em 03/11/2008)
Publicada em 02/11/2008 (atualizada em 03/11/2008)
Ao compor seu repertório para a série da ABL, Clara Sandroni decidiu-se por homenagear o centenário de morte de Machado de Assis, destacando modinhas e choros do século XIX. Clique na imagem à esquerda para assistir ao vivo.
Publicada em 02/11/2008 (atualizada em 03/11/2008)
Publicada em 02/11/2008 (atualizada em 03/11/2008)
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Publicada em 02/11/2008 (atualizada em 03/11/2008)
Publicada em 02/11/2008 (atualizada em 03/11/2008)
Comparado ao Império Romano em seus tempos de glória, os Estados Unidos mudam hoje o comando da guarda e o resto do mundo acompanha com interesse (ou preocupação) o novo esquema de poder que de certa forma contaminará a economia mundial. Tal como no tempo dos imperadores de Roma, havia e há províncias esparsas que contestavam e contestam o poder e a glória dos Césares de plantão.
Se a intenção da curadoria da 28ª Bienal de São Paulo era dar visibilidade à crise do modelo das bienais, o resultado foi plenamente alcançado. O vazio do segundo andar, que representaria a tal crise, recebeu muito mais elogios de artistas e curadores do que a mostra de arte apresentada no terceiro andar, marcada pelo tom conceitual.
Começamos a nos dar conta desse fenômeno desmedido, em que a celebração do centenário da morte de Machado de Assis entra nos anais da cultura brasileira. Tem magnitude ainda mal balizada do que seja, num país de tardia toma de consciência, a avaliação de seus valores, num reconhecimento nacional e já num corte canônico de gerações. Mal construímos ainda, de fato, o nosso pódio, e nele do que, nas memórias de fastos e proezas, dos destaques de onde arranque a façanha os desempenhos antológicos.
Nunca antes, o atual governo deu mostras de estar embananado com uma crise econômica que a princípio negou e agora admite como grave e inédita. Grave também, sem ser inédita, é a medida provisória que transita no Congresso, com apoio sistemático da base governista e pesadas críticas da oposição. Tudo nos conformes, cada facção fazendo a sua parte.
Neste belo domingo de sol etc. etc., ia começando outra vez, mas me bateu algo que tenho de dizer antes, praticamente por uma questão de educação. Muita gente, notadamente alguns estrangeiros que vivem no Brasil e lêem português bem, ficou baratinada com os dois primeiros parágrafos da coluna passada. Desculpem, por favor, sobretudo os que tomaram tranqüilizantes achando que a Imprensa brasileira estava sendo inopinadamente ocupada por loucos e os que se encontram com a musculatura dolorida por levarem aquilo excessivamente a sério e terem levantado dicionários em demasia, mesmo em dia de exercício. O marido holandês de uma amiga nossa teve um princípio de crise nervosa e minha irmã me telefonou da Bahia querendo o número de meu psiquiatra e perguntando se eu já considerara a hipótese de ter recebido um caboclo ou coisa assim - o que, aliás, me levou a indagar se ela estava me estranhando, pois que eu não recebo nem nunca recebi nada, nem no concreto nem no figurado, é bom deixar isto bem claro. Desculpem, não torno a outra, embora, baiano sendo, não possa garantir, já que a baianada vive tomando intimidades descabidas com a língua.