Músico e escritor José Miguel Wisnik fala na ABL sobre “Música e corpo – trilhas para dança”, na terceira palestra do ciclo “A música na cultura”
Publicada em 13/07/2016
Publicada em 13/07/2016
Publicada em 12/07/2016
Publicada em 08/07/2016
Publicada em 07/07/2016
Há quem diga que Paes está olhando para a próxima eleição ao criticar tão duramente o governo do estado. Daí querer distância dos antigos aliados, em queda nas pesquisas.
A eleição do novo presidente da Câmara ganhou ontem uma definição mais clara, apesar de nada menos que 16 candidatos terem se apresentado. O surgimento da candidatura de Marcelo Castro pelo PMDB, ex-ministro de Dilma, numa manobra articulada pelo ex-presidente Lula, o torna o único a ser batido pelas forças aliadas do governo interino de Temer.
Se faltam recursos financeiros para viabilizar o Plano Nacional de Educação, com as suas 20 metas, o que dizer do que se disponibiliza para a realização de objetivos culturais? É muito pouco e ainda por cima corre-se o risco de ser menos ainda, se a discussão em tomo da Lei Rouanet concluir que ela deve ser extinta.
Vivemos o Ano Santo da Misericórdia, que vai até o dia 20 de novembro de 2016. Preocupado com as inúmeras escravidões do terceiro milênio, o Papa Francisco procura combater o que chama de “globalização da indiferença” e defende “o amor de Deus por todas as criaturas”.
O título parece um paradoxo, mas tem uma explicação. Faleceu o escritor Elie Wiesel, aos 87 anos de idade, sobrevivente de Auschwitz e vencedor do Prêmio Nobel da Paz, em 1986. Ficou mundialmente conhecido como um grande ativista, autor de grandes e apreciados livros sobre a história judaica dos tempos modernos.
Não é uma questão ideológica que está em jogo na eleição do novo presidente da Câmara, mas a resistência de um espírito minimamente civilizado de fazer política. Eleger um candidato ligado politicamente a Eduardo Cunha é reafirmar diante da opinião pública um método que está condenado pela História e que, se prevalecer, apenas prorrogará a agonia da Câmara como instituição, e dos deputados como instrumentos de uma velha política que precisa ser superada por fatos concretos, e não por palavras.
Não me lembro se já falei aqui para vocês da menininha que vi no elevador do edifício onde moro. Ela devia ter alguns meses de nascida mas, quando voltei a vê-la, no mesmo elevador, uns dois anos depois, já de pé ao lado da mãe, levei um susto: batia o pezinho no chão e gritava: "Não quero ir lá! Não quero!".
Nunca foi tão fácil prever o placar do grande jogo entre a afastada presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. Ambos ainda podem perder a partida: Dona Dilma voltar à presidência da República e Eduardo Cunha perder o mandato parlamentar, caindo na vala comum dos investigados pela Operação Lava Jato.
Medo altera de tal modo a percepção da realidade, os sentimentos e o raciocínio que pode levar ao desastre.
O Acadêmico Merval Pereira participou, de 7 a 9 de julho, de reunião da John S. Knight Fellowships, na...
No dia 26 de junho, o Acadêmico Fernando Henrique Cardoso recebeu o título de Doctor of Law de Harvard University, que...