Notícias do Acadêmico Antonio Carlos Secchin
O Acadêmico Antonio Carlos Secchin proferiu palestra na Academia Maranhense de Letras, dia 18 de agosto, em homenagem ao centenário do Acadêmico Josué Montello.
O Acadêmico Antonio Carlos Secchin proferiu palestra na Academia Maranhense de Letras, dia 18 de agosto, em homenagem ao centenário do Acadêmico Josué Montello.
Dia 26 de agosto, às 18h, na Cinemateca Capitólio, Centro Histórico de Porto Alegre, foi exibido o filme "Sonhos Tropicais", baseado na obra de Moacyr Scliar e dirigido por André Sturm.
Dia 11, o Acadêmico Antônio Torres embarcou para Salvador, onde proferiu palestra na Flipelô, a Festa Literária do Pelourinho, a convite da Fundação Casa de Jorge Amado.
Realizou-se, às 16h, na Sala de Sessões da Academia, a eleição para a Cadeira n. 27, que pertenceu ao Acadêmico Eduardo Portella.
Realizou-se no dia 31 de agosto, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., sob a Coordenação Geral do Acadêmico Domício Proença Filho, o Seminário Brasil, brasis. Participaram o Acadêmico Geraldo Carneiro, que falou sobre “Tradução: ampliando os horizontes”, o Acadêmico Marco Lucchesi e o tradutor Paulo Henriques Britto.
Teve início no dia 1º de agosto, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., o sexto Ciclo de Conferências da ABL, intitulado “Realismo em Questão”, sob a Coordenação Geral da Acadêmica Ana Maria Machado e Coordenado pelo Acadêmico Geraldo Carneiro. A conferência de abertura intitulada “O desafio do realismo” foi proferida pelo professor Emmanuel Carneiro Leão. Dia 8, a conferência “Representação da realidade na linguagem verbal” esteve a cargo da escritora Leyla Perrone-Moisés. A conferência sobre “A literatura contemporânea e um realismo rasurado”, no dia 15, foi proferida pela professora Beatriz Resende. A conferência do dia 22, intitulada “O sofrimento do real nos tempos de pós-verdade”, estará a cargo do professor Márcio Tavares D’Amaral. Na conferência de encerramento, no dia 29 de agosto, o escritor Cristovão Tezza falará sobre “Literatura e autorrepresentação”.
O sistema eleitoral majoritário para a Câmara dos Deputados, conhecido como distritão, que elege os deputados mais votados em cada Estado sem coligações partidárias ou exigência do quociente eleitoral (número mínimo de votos para cada vaga) pode sair vencedor na reforma político-eleitoral que está sendo discutida na Câmara se for aprovada como uma transição para o voto distrital misto em 2022, mas não se for um projeto permanente, ou um caminho para o parlamentarismo, como quer o PSDB.
No esporte, quem não vibrou vendo Paris se curvar aos pés do craque mais valorizado do mundo? Que tal mais de 40 mil franceses gritando ‘Neymar, Neymar’?
Muitas das propostas de reforma política que estão no Congresso precisam ser votadas até setembro para valer nas eleições de 2018, como por exemplo o fim das coligações nas eleições proporcionais e uma cláusula de barreira, isto é, uma votação mínima a ser negociada para os partidos que queiram ter atuação no Congresso.
O país tem tantos problemas que dependem de uma decisão do Congresso que, tudo indica, não haverá tempo nem coesão política para resolver todos eles a tempo hábil. Os dois principais temas que exigem uma atenção especial dos nossos parlamentares são as reformas política e a da Previdência, sendo que a política tem um limite de tempo fixo: tem que ser aprovada até setembro para poder valer para a eleição de 2018.
Dois problemas atrapalham os cronistas: muito assunto e nenhum assunto. Este dá mais liberdade, mas nem sempre agrada o leitor. Muito assunto provoca um tipo de concorrência, porque todos falam mais ou menos a mesma coisa. Cabe ao leitor escolher o texto que mais lhe agrada.
É hora de sonhar com 2018, deixar de lado o desânimo e preparar o futuro.
Publicada em 09/08/2017
Publicada em 07/08/2017
Publicada em 07/08/2017