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Boletim

  • Boletim 27
    Ano 2017

    Seminário Brasil, brasis

    Publicado em 25/08/2017

    Realizou-se dia 31, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., sob a Coordenação Geral do Acadêmico Domício Proença Filho, o Seminário Brasil, brasis. Participaram o Acadêmico Geraldo Carneiro, que falou sobre “Tradução: ampliando os horizontes”, o Acadêmico Marco Lucchesi e o tradutor Paulo Henriques Britto.

  • Boletim 27
    Ano 2017

    Homenagem na Flim

    Publicado em 25/08/2017

    A Acadêmica Ana Maria Machado foi a escritora homenageada este ano na FLIM , Feira Literária de Santa Maria Madalena, realizada de 25 a 27 de agosto nessa cidade do norte fluminense. Nesse contexto, desde o início do ano os alunos das escolas do município vem lendo suas obras.

  • Boletim 27
    Ano 2017

    Convite - Acadêmica Nélida Piñon

    Publicado em 25/08/2017

    A Direção do Instituto de Letras da UFF e a Direção do Núcleo de Estudos Galegos da UFF convidaram para a Aula Inaugural do segundo semestre de 2017, que foi ministrada pela escritora Nélida Piñon, da Academia Brasileira de Letras, no dia 29 de agosto de 2017, às 18h, no auditório Macunaíma, 4º andar, Bl. B, Campus do Gragoatá, Niterói.

  • Boletim 27
    Ano 2017

    Ciclo de Conferências 2017

    Publicado em 25/08/2017

    Teve início no dia 1º de agosto, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., o sexto Ciclo de Conferências da ABL, intitulado “Realismo em Questão”, sob a Coordenação Geral da Acadêmica Ana Maria Machado e Coordenado pelo Acadêmico Geraldo Carneiro. A conferência de abertura intitulada “O desafio do realismo” foi proferida pelo professor Emmanuel Carneiro Leão. Dia 8, a conferência “Representação da realidade na linguagem verbal” esteve a cargo da escritora Leyla Perrone-Moisés. A conferência sobre “A literatura contemporânea e um realismo rasurado”, no dia 15, foi proferida pela professora Beatriz Resende. A conferência do dia 22, intitulada “O sofrimento do real nos tempos de pós-verdade”, esteve a cargo do professor Márcio Tavares D’Amaral. Na conferência de encerramento, no dia 29 de agosto, o escritor Cristovão Tezza falou sobre “Literatura e autorrepresentação”.

Artigo

  • Uma ideia na cabeça

    O Globo, em 25/08/2017

    A ironia do presidente da Câmara Rodrigo Maia sugerindo que, diante da impossibilidade de aprovar um fundo público para financiar as eleições de 2018, os candidatos comprem um bom celular de alta definição para fazerem seus próprios programas eleitorais, pode ser uma boa saída para o impasse em que os parlamentares se meteram ao, mais uma vez, tentar aprovar uma reforma político-eleitoral. A questão é que, assim como no Cinema Novo, não bastará ter uma câmera na mão, será preciso uma ideia na cabeça.

  • Pequenos avanços

    O Globo, em 24/08/2017

    Independente do sistema eleitoral que venha a ser aprovado (ou não) pela Câmara, uma coisa é certa: os deputados, finalmente, entenderam que a opinião pública não aguenta mais ser ludibriada. A decisão unânime (se não contarmos o gaiato que votou a favor) de retirar o percentual do 0,5% da receita líquida para definição do fundo de financiamento das eleições dá a dimensão desse entendimento, e torna praticamente impossível que haja um golpe na Comissão de Orçamento para fixar os mesmos R$ 3,6 bilhões ou mais o tamanho do Fundo.

  • Acordo difícil

    O Globo, em 23/08/2017

    A assim chamada reforma política não encontra consenso na Câmara e no Senado, que teriam que aprovar as mudanças com duas votações cada, com pelo menos 308 votos a favor na Câmara e 49 no Senado. Qualquer coisa que venha a ser aprovada esbarrará, porém, no financiamento da campanha eleitoral, pois nem o Fundão de R$ 3,6 bilhões tem condições de ser aprovado, nem o financiamento privado, já aprovado na Câmara em 2015, passa pelo crivo do Senado.

  • PSDB e seus paradoxos

    O Globo, em 22/08/2017

    A crise atual do PSDB tem a mesma origem das anteriores, mas com uma diferença fundamental. As anteriores, como essa, eram motivadas pela disputa para a definição de quem seria o candidato do partido à presidência da República. Mas agora há um ingrediente que torna a solução mais difícil: a defesa de valores.

Notícia

Texto do Acadêmico