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110 Anos da ABL: Antonio Nóbrega iniciou as comemorações

 

A cultura popular tem raízes fortes e sólidas na Academia Brasileira de Letras. Pelas mãos de escritores, poetas, jornalistas, cineastas, professores e intelectuais, o Brasil é (re)apresentado constantemente junto a seu povo. No ano em que a instituição completa 110 anos, a abertura das comemorações foi feita pela miscigenação regional do canto e da dança, personificados no multiinstrumentista Antonio Nóbrega.

Na quinta-feira (28/6), o artista apresentou o espetáculo "Cantos e Toques". O recital comentado abordou o centenário do frevo e a música armorial. Nóbrega esteve acompanhado de Gabriel Almeida (bateria), Edmilson Capelupi (violão) e Zezinho Pitoco (sopros).

"Cantos e Toques", de Antonio Nóbrega, teve entrada franca e encontra-se disponível em vídeo e fotografia para consulta no Arquivo da ABL.

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Conheça o artista:

Antonio Nóbrega
 
Nascido em 1952, no Recife (PE), é violinista desde criança. No final dos anos 60, participava da Orquestra de Câmara da Paraíba e da Orquestra Sinfônica do Recife quando foi  convidado por Ariano Suassuna para integrar - como instrumentista e compositor - o Quinteto Armorial, o mais importante grupo a criar uma música de câmara erudita brasileira de raízes populares.

A partir de 76, começa a desenvolver um estilo próprio de concepção em artes cênicas, dança e música apresentando a partir de então, os espetáculos “A Bandeira do Divino”, “A Arte da Cantoria”, “Maracatu Misterioso”, “Mateus Presepeiro”, “O Reino do Meio Dia”, “Figural”, “Brincante”, “Segundas Histórias” e “Na Pancada do Ganzá” com grande sucesso no Brasil e exterior, ganhadores dos prêmios como “Shell”, “APCA” e “Mambembe”.

Em 1997, lança o espetáculo - acompanhado do CD homônimo - “Madeira Que Cupim Não Rói” viajando pelas capitais brasileiras. Em  98, lança o espetáculo “Pernambuco falando para o Mundo”, novamente acompanhado de CD.  No ano de 1999, participa do Festival D’Avignon (França) com o espetáculo “Pernambouc” preparado especialmente para o público francês.

Em 2000, estréia em Lisboa “o Marco do Meio-Dia”. Este produzido sob os auspícios da primeira Comissão Nacional para as comemorações do V Centenário do Descobrimento do Brasil. Com ele, Nóbrega se apresentou em Paris, Hannover e em várias cidades brasileiras

O ano de 2002 é marcado pela estréia do espetáculo “Lunário Perpétuo” e pelo lançamento do CD homônimo. Juntamente com Rosane Almeida, idealizou e dirige o espaço cultural Teatro e Escola Brincante, em São Paulo.

28/06/2007 - Atualizada em 27/06/2007