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Bancos negociam pagar ao Fundo Garantidor em parcelas para cobrir rombo do Master

 

Banco também parcela seus pagamentos. Neste momento estão sendo negociados entre os bancos e o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) como antecipar ou aumentar pagamentos para capitalizar o fundo depois do rombo do Master. Com a liquidação do Will Bank, a conta relacionada ao episódio do Banco Master se aproxima de R$ 50 bi.

Os bancos terão que antecipar o que pagariam em até 60 meses, ou seja cinco anos. Mas como fazer esse recolhimento? Negociam em algumas “tranches”, ou seja, pagamento parcelado.

Se essa antecipação não for suficiente, os bancos poderão ter um aumento de até 50% do que pagam ao FGC: hoje o aporte é de 0,012% do seu patrimônio líquido. Todos os 250 bancos estão sendo chamados a contribuir com esse esforço de fortalecimento do FGC, pós sinistro do Master. Mas a grande conta ficará com os grandes cinco. Os Big Five — Bradesco, Itaú, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal — podem ter que depositar de R$ 4 bilhões a R$ 6 bilhões cada.

Por isso, como o simples mortais, bancos negociam pagar em “vezes”. Ainda discutem quantas parcelas.

O Globo , 22/01/2026