[1] Lembrando o Partenon
[2]Comecei a minha carreira médica no Hospital Sanatório Partenon. Estudante de Medicina, eu lá fazia plantões (às vezes uma noite sim, uma noite não), e muito cedo comecei a viver a realidade da tuberculose, de onde parti para a saúde pública. Os sanatórios tinham mudado muito; não eram lugares apenas de repouso, tranquilidade, boa comida; mas não curavam a doença. Isto só aconteceu com o advento das modernas drogas antituberculose, sobretudo a estreptomicina, logo depois da II Guerra. E aí foi uma revolução. A combinação da estreptomicina com hidrazida e ácido paraaminosalicílico (PAS) curava a imensa maioria dos doentes.




