[1] Sonho americano: a versão canina
[2]Convenceu-se de que o sonho americano estava prestes a se realizar. O plano era simples. O cão conquistaria Trouble
[1] Convenceu-se de que o sonho americano estava prestes a se realizar. O plano era simples. O cão conquistaria Trouble
[3] A Aliança das Civilizações das Nações Unidas realiza a sua primeira reunião no Brasil, no empenho de se votar uma "cultura da paz" após a catástrofe das torres, o avanço do terrorismo internacional e da desconfiança entre as culturas. Os últimos dias atestaram como, no cerne desta grande ruptura de nosso tempo, encontram-se o jogo de um irracional coletivo, as mobilizações populares, por sobre o esforço de coexistências com a diversidade, tal como pede o aprendizado democrático, para a volta à dita "cultura da paz".
[5] Há muitos anos, numa época de negação da fé eu estava com minha mulher e uma amiga num bar, conversando, quando encontramos um velho companheiro. Ele tinha entrado para um seminário e começou a falar sem parar, sobre Jesus e seus ensinamentos. Nós o ironizamos. Na saída do bar, minha amiga apontou para uma criança que dormia na calçada. “Vê como Jesus se preocupa com o mundo?”, disse ela. “Ele colocou a criança ali para que você visse e pudesse fazer alguma coisa”, respondeu o amigo. Aquilo iniciou o meu retorno à busca espiritual.
[7] Com o maior crescimento econômico que se registra no Brasil, aumentou na mesma proporção a busca por profissionais qualificados. Grandes empresas como a Petrobras e a Companhia Vale do Rio Doce passaram a realizar investimentos mais expressivos em recursos humanos, para suprir o déficit atual de mão-de-obra especializada, nos níveis médio e superior.
[9] NOVA YORK - Pela primeira vez chego aos EUA - para o lançamento do meu romance Saraminda aqui e participar da 7ª Conferência Latino-Americana - e não encontro o costumeiro catastrofismo de sempre, comum entre gregos e troianos, sobre o Brasil e as desgraças que pesavam sobre nós. As perguntas que nos fazem, hoje, são diferentes de outrora, e falam surpresos sobre os bons ventos da economia, a profundidade da liderança do presidente Lula e a tranqüilidade social, sem riscos de ruptura institucional, em contraste com o que ocorre com outros países da América do Sul.
[11] A doença e internação de Maria Emília mudaram os hábitos de Edmundo e de Sylvan
[5] Diego nunca tinha visto o mar. Certo dia, o amigo Santiago o levou para descobrir as maravilhas do oceano. Eles viajaram durante muitos dias. Em determinada tarde, Santiago disse a Diego: “Você sabia que atrás daquelas dunas está o que a gente procura, o mar?”. Naquele momento, o coração do garoto bateu mais forte do que o normal, demonstrando a sua emoção. Ele subiu correndo as areias e, quando chegou ao topo, percebeu que estava diante do oceano. Foi tamanha aquela imensidão que o menino ficou totalmente mudo. Não falava nada. Quando ele finalmente recuperou a voz, começou a gaguejar, com os olhos lacrimejantes: “É muito grande! Ajuda-me a olhar!”.
[11] RIO DE JANEIRO - Deus conseguiu criar o mundo com apenas duas palavras: "fiat lux!" (o ponto de exclamação não conta, é um sinal gráfico, e não uma palavra). Para explicar a necessidade da prorrogação da CPMF, Lula e a turma do governo já gastaram mais de um bilhão de palavras -e o resultado está longe de ser luminoso, possibilitando a separação das terras e das águas, a criação do Sol, das estrelas no céu e dos pássaros na Terra. De quebra, do boneco de barro do qual tirou uma costela e tudo começou.
[5] Não se deixe assustar pela rotina. Muitas religiões usam a repetição para ajudar seus fiéis no contato com o chamado Universo Espiritual. Os adeptos dos Hare Krishna cantam a mesma frase seguidas vezes. Já os católicos usam o terço e mantêm a repetição de preces. No judaísmo, o rabino Nachman de Bratzlav sugere: “Se você não consegue meditar, deve repetir uma palavra. Não diga nada mais, apenas repita a palavra sem parar. Ela perderá seu sentido e depois ganhará um novo.
[3] Na recente conferência de Túnis, o mundo islâmico referiu-se especificamente ao Brasil no desfecho de um encontro amplo sobre os impasses do diálogo internacional, à sombra do terrorismo do nosso tempo. Estava em causa um horizonte às vésperas de uma "civilização do medo", e do entrincheiramento das desconfianças recíprocas, acirradas pelo abate das torres gêmeas de Nova York. A mensagem básica era de que o Islã é cultura constitutivamente tolerante, e que as ações do grupo Al Qaeda e congêneres vão a um extremismo diferente dos conflitos clássicos de minorias radicais.
[5] Um mestre Zen descansava com seu discípulo. Pegou um melão, dividiu-o e ambos começaram a comer. Seu discípulo disse: “Mestre, tudo que o senhor faz tem sentido. Dividir este melão talvez seja um sinal de que tem algo a me ensinar”. O mestre nada falou. “Pelo seu silêncio, entendo a pergunta oculta: o gosto que estou experimentando está no melão ou na minha língua?”. E o discípulo prosseguiu, até que o mestre disse: “Os mais tolos são aqueles que se julgam inteligentes e buscam interpretação para tudo. O melão é gostoso e deixe-me comê-lo em paz!".
[18] Sabemos que a poesia é a linguagem primeira do homem. Primeira, primária, primeva, primitiva. Nem por outro motivo os primeiros livros religiosos do homem surgiram sob a forma de versículos, isto é, pedaços da linguagem com um sentido completo, ganhando cada palavra que deles, versículos, faz parte, uma concentração de significados e ao mesmo tempo uma clareza de mensagem que a transforma em ensinamentos de como se deve agir e pensar diante de uma realidade conhecida. Tivemos versículos desse tipo tanto na Bíblia como nos livros sagrados da índia, no Kalévala da Finlândia, nos textos morais de Confúcio.
[11] RIO DE JANEIRO - A Nova Fronteira está lançando a nova obra de Ivo Pitanguy, "O Aprendiz do Tempo", histórias vivas e vividas pelo famoso cirurgião plástico, um dos cinco brasileiros conhecidos mundialmente pelo valor com que exercem a profissão.
[5] Do monge Thomas Merton: “O reino de Deus é o reino do amor. Mas onde não existe a possibilidade de um nível de vida decente, como podemos edificar este reino? Um homem faminto não está em condições de pensar em Deus, a não ser como uma fuga para os seus próprios problemas, e isso não é um ato de fé. Há santos que superaram suas adversidades. Porém, o reino de Deus não se limita aos santos. Temos que cuidar de construir um mundo melhor: nosso desespero diminuirá, nossa vida passará a ter mais sentido, e a convivência com pessoas alegres fará tudo mais fácil para nós mesmos.
[5] Trecho de obra do poeta Langston Hughes: “Eu conheço os rios. Eu conheço rios tão antigos como o mundo e bem mais velhos que o fluxo de sangue nas veias humanas. Minha alma é tão profunda como os rios. Eu me banhei no Eufrades, na aurora de nossa civilização. Eu fiz minha cabana na margem do Rio Congo e suas águas me cantaram uma canção de ninar. Eu vi o Nilo e construí as pirâmides. Eu escutei o canto do Mississipi quando Lincoln viajou até Nova Orleans e vi suas águas tornarem-se douradas com a tarde. Minha alma se tornou tão profunda como os rios”.
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