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Artigos

  • De pé sobre a pedra do mar

    A Tribuna (ES), em 24/09/2017

    "Além das noçoes do malfeito a benfeito, existe uma ravina. Encontro você lá", escreveu o poeta Jelaluddin Rumi, no século XIII, como epígrafe do admirável "Silêncio das Montanhas", de Khaleb Hosseini.

  • A raça da Nuvem

    A Tribuna (ES), em 03/09/2017

    O especialista Carlos Quesada, diretor dos Direitos Humanos, de Washington, afirma que “o debate racial nos Estados Unidos piorou. E há uma preocupação excessiva no assunto”. E as supremacias brancas recorrem a testes de DNA para determinar “pureza”. 

  • Reinventar a velhice

    A Tribuna (ES), em 20/08/2017

    Reinventamos tantas coisas, porque a imaginação ama a vida e a vida ama a imaginação. Com a longevidade e o progresso da ciência, adiamos a morte no possível. 

  • A nuvem candidata

    A Tribuna (ES), em 30/07/2017

    Deu-me uma volta nas ideias - se as ideias podem dar voltas - e sugeri a uma agremiação o nome de Letícia, a Nuvem, para disputar próxima eleição à Presidência, por seus princípios éticos e ardoroso amor ao povo. 

  • As perdas

    A Tribuna (ES), em 23/07/2017

    A vida é mais de perdas, do que ganhos. Somem-se os amigos e cuidados no vão dos anos, no vão dos vocábulos e no que nem se sabe. 

  • Uma breve paixão

    A Tribuna (ES), em 12/03/2017

    Frederich Nietzsche observa, com costumeira razão: “Sob cada pensamento se oculta uma paixão”. E ele se alonga: “Nossas paixões são a vegetação que cobre a rocha nua das ações”.

  • Desde a primeira aurora

    A Tribuna (ES), em 05/03/2017

    Por uma das coisas que somente se toma conhecimento mais tarde, sou descendente do rabino Israel Najara, também poeta, constante do "Dcionário dos Sefarditas".

  • Calamidade

    A Tribuna (ES), em 26/02/2017

    “Há que chorar sobre a cidade de Vitória ou deixar que a lembrança de sua beleza e generosidade chore em nós”, observou a Nuvem.

  • O social e a literatura

    A Tribuna (ES), em 15/01/2017

    E essa invasão cresceu nos últimos anos, ao ser examinado mais o autor, em face da sociologia ou da ideologia do que a construção da obra, como se a criação fosse um resultado da sociedade, quando a sociedade pode influir, mas não é a criação que merece atenção como um acontecimento em si mesmo, com a intuição, que se ilumina na sensibilidade da inteligência.

  • O cão abandonado

    O Globo, em 13/01/2017

    República não sabe mais o que fazer de si mesma, a fala não condiz com a realidade e as promessas.

  • Os prêmios do futuro

    A Tribuna (ES), em 11/12/2016

    Por se achar bem maior do que ele, ou então acostumado com a guerra, precisava se alongar no usufruto da paz. Mandou sua esposa representá-lo na entrega do galardão, em Estocolmo. Sartre teve uma atitude mais peremptória e orgulhosa: recusou-se a recebê-lo. 

  • O Raio deprimido

    A Tribuna (ES), em 04/12/2016

    Augusto Monterroso, fabulista genial, natural da Guatemala, em sua obra-prima, "A Ovelha Negra", é um representativo exemplo da imaginação criativa, escreveu, em "O raio que caiu duas vezes no mesmo lugar: 

    "Houve um Raio que caiu duas vezes no mesmo lugar, porém achou que na primeira tinha feito estrago suficiente, já que não era necessário, e ficou muito deprimido." 

  • O desaparecimento da crítica

    A Tribuna (ES), em 13/11/2016

    Infelizmente, com alguma exceção, nem sempre honrosa, porque feita por pessoas mal preparadas, para não dizer, entusiasticamente desinformadas do que veio antes, há um desaparecimento gradual e irrestrito da crítica literária cotidiana nos grandes jornais do Rio e São Paulo. 

  • Luís Fernando, o Veríssimo

    A Tribuna (ES), em 02/10/2016

    O cronista maior do humor desta República acaba de completar 80 anos. Conheci Luís Fernando em Porto Alegre, quando lá morava e jovem. 

  • A ambição da criação

    A Gazeta (ES), em 24/09/2016

    Oscar Gama Filho é, entre os escritores capixabas, o mais surpreendente. Se procuramos o poeta do notável "O Relógio Marítimo", editado pela Imago, encontramos o teatrólogo. E, se procuramos o intérprete de "Razão do Brasil", que a José Olympio publicou, importante visão da nacionalidade, achamos um dos psicólogos mais inventivos, generosos e competentes.